Uma nova opção

Me parece bastante inteligente a estratégia brasileira de se aproximar dos países do BRICS, a fim de melhorar o relacionamento comercial e político. Os países ricos que travam as negociações tanto na ONU, quanto no FMI e em todos os órgãos multilaterais não se conscientizaram que daqui a 30 anos ou menos, acompanhando as taxas de crescimento atuais, estarão fora do G8.
Apenas os EUA têm chance de manter seu PIB entre os principais países ricos no futuro, devido ao tamanho de sua economia. Assim, os BRICS devem se unir para realmente se posicionarem na nova ordem mundial. A política unilateral americana tende a aumentar seu déficit cada vez mais. O Brasil vende para China, Rússia, Índia e África do Sul e eles fazem comércio conosco. Isto pode manter as taxas de crescimento dos  BRICS, descolando-os das crises financeiras européia e americana.
Podemos também usar nossas próprias moedas nas negociações econômicas, evitando as oscilações do dólar e desvalorizando a moeda americana, para enfraquecer sua hegemonia. Além disso, a sintonia da política de sustentabilidade ambiental entre os países emergentes é muito maior que nas economias de primeiro mundo.
Os páises emergentes estão ascendendo ao primeiro mundo com comércio negociado, economia e política com foco em meio ambiente, enquanto os países ricos estão preparando as suas gerações seguintes para a pobreza, xenofobia e políticas retrógradas bélicas já vistas no século passado.
VIVA o BRICS!

Comentários