Os países do futuro

A China utiliza carvão mineral, altamente poluente em sua matriz energética.Esse combustível representa 15% do efeito estufa global. O país usa também petróleo como fonte energética.
Os EUA respondem por 25% da poluição mundial, com destaque para os gases de efeito estufa, já que o país é o mais industrializado do planeta.

Cosequências do aumento do agravamento do efeito estufa:
Aumento do nível dos oceanos: com o aumento da temperatura no mundo, está em curso o derretimento das calotas polares. Ao aumentar o nível da águas dos oceanos, pode ocorrer, futuramente, a submersão de muitas cidades litorâneas.
Crescimento e surgimento de desertos: o aumento da temperatura provoca a morte de várias espécies animais e vegetais, desequilibrando vários ecossistemas. Somado ao desmatamento que vem ocorrendo, principalmente em florestas de países tropicais (Brasil, países africanos), a tendência é aumentar cada vez mais as regiões desérticas do planeta Terra.
Aumento de furacões, tufões e ciclones: o aumento da temperatura faz com que ocorra maior evaporação das águas dos oceanos, potencializando estes tipos de catátrofes climáticas.
A Rússia é um grande produtor de petróleo e gás fornecendo esta matriz para o Leste Europeu e ao continente.
Ao concentrar 17% da população mundial, a Índia é o segundo gigante demográfico e um país de grandes contrastes e relevante em todas as estatísticas comparadas.  A posição do governo indiano é semelhante ao do governo chinês, porém com duas diferenças básicas. A Índia é um regime democrático com um movimento ambientalista, que vai contra a posição oficial; e, a população indiana tem uma orientação menos materialista que a chinesa por causa da religião e por isso é mais sensível ao estado do planeta.
A descoberta do pré-sal e a liderança em tecnologia de prospecção de petróleo em águas profundas deverá fazer do Brasil um dos grandes produtores mundiais de combustíveis. No entanto, o país busca fontes alternativas, renováveis, nas quais o Brasil ancora a sua produção energética, com destaque para a hidroeletricidade e a biomassa.
A ausência de grandes lideres mundiais marcou a pauta da 17ª Conferência da ONU para mudanças climáticas, que culminou com a renovação do Protocolo de Kyoto até 2017. O acordo, que obriga os países desenvolvidos a reduzir suas emissões de gases poluentes, expira em 2012 e não havia outro tratado para substituí-lo. Assim o novo protocolo que começa a vigorar em 2013, coseguiu viabilizar a criação do fundo Verde Climático e criou um roteiro para o futuro acordo global, que vigorará a partir de 2020 com metas obrigatórias para todos os países reduzirem as emissões de gases-estufa ocasionando a primeira oportunidade para que Estados Unidos e China, os maiores poluidores do mundo (40%), tenham compromisso para cortar as emissões de CO2.
Os países precisam priorizar os assuntos ambientais em associação com a economia e política, pois as gerações futuras irão colher os frutos das iniciativas tomadas, desde já.  

VEM AÍ RIO +20!


Comentários