Crônica - A viagem pelo Litoral Nordestino

O jovem Carlos Antônio resolveu viajar um pouco para relaxar. Aproveitou as férias do início de ano para conhecer o Nordeste Brasileiro.
Logo de início pode perceber que a maioria dos lugares, como bairros e cidades, tinham algum nome de origem indígena. A colonização dos Estados era principalmente, portuguesa. No entanto, os holandeses também tentaram ocupar as terras litorâneas sendo logo expulsos pelos portugueses; na época das grandes navegações para exploração das colônias, em busca de especiarias: açúcar e outras riquezas.
O rapaz resolveu viajar com guias turísticos, para assim aproveitar melhor o tempo e facilitar seu conhecimento e diversão.
Ele observou que os guias nordestinos tinham uma peculiaridade. Eles eram muito engraçados dando um toque de humor, em todas as suas explanações.
Um deles, chamado Roselito Amâncio, estava apresentando a cidade logo no primeiro dia, no passeio City Tour, onde apresentava a cidade para os visitantes. Quando passou por uma praia, onde havia uma grande barraca de pescadores disse:
- Esta é a barraca mais famosa da praia. O nome do dono é Tonico dos Camarões. Ela foi aumentando a clientela com o turismo e o empresário ficou famoso em todo o Ceará. Ele contratou uma empresa de Marketing, que pediu-lhe para trocar o nome, para melhorar a visão da empresa. Resolveram chamar de "Barraca do Antônio dos Crustáceos". Infelizmente, isto não deu certo e deixaram o nome como estava. 
Chegando em outra cidade, Carlos Antônio agora em Aracati, perto de Fortaleza conheceu a famosa praia de Canoa Quebrada. Havia muitos ambulantes vendendo seus artesanatos, no meio dos turistas. Mas um, em especial, lhe chamou a atenção. Estava vendendo um "micoempresário": um macaquinho entalhado em madeira com grande perfeição; um celular no ouvido e um palm top na mão. Isto arrancou de todos boas risadas.
Shows de humor e comediantes de todos os tipos. Um povo alegre e divertido, além de muito receptivo. Não é a toa que é o berço de grandes humoristas do Brasil. Viva o Nordeste!

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